O título do post foi a resposta que deu Débora Pereira, uma das diretoras da Executiva da UNE, quando perguntada sobre o vandalismo dos delegados que participaram do congresso da entidade e que se hospedaram, de graça, nas escolas públicas do Distrito Federal.

Retirei a frase-resposta da extensa e bem feita reportagem do Correio Brasiliense.

Reportagem que denuncia a baderna e o desrespeito praticados pelos universitários da UNE que destruíram hortas (ao fazer necessidades fisiológicas nos canteiros), salas de aula e banheiros das escolas das crianças que voltam às aulas na semana que vem. A reforma vai demandar tempo e muito dinheiro público, segundo o secretário de educação do DF José Luiz Valente.

Aliás, o dinheiro que agora será usado para reconstruir as escolas para estudantes inocentes do ensino básico virá do mesmo lugar que vai financiar, por decisão do governo Lula, a construção da Casa do Estudante da UNE no Rio: o seu, o meu, o nosso bolso.

Sob a rubrica de movimento social, a UNE parece esquecer-se que antes da proposição particular vem o respeito ao coletivo.

Tudo o que demonstrou não ter sob a estúpida alegação de “Somos todos jovens”.

Que tipo de Jovens, cara pálida?

Infratores? Vândalos? Irresponsáveis? Individualistas? Egoístas?